 |
Óleo de cozinha vira sabonete
A ONG Ação Triângulo desenvolve, em Santo André, um projeto no qual o óleo de cozinha é recolhido de casa em casa e transformado em sabonete.
Hoje os jovens, que iniciaram o trabalho como voluntários, têm salário e ajudam a despoluir o meio ambiente. Fazem, também, um trabalho de orientação e conscientização com os moradores.
Duzentos mil litros de óleo de cozinha são despejados, todos os meses, no solo e na água de Santo André. Quando o óleo de cozinha usado é jogado na pia ou vaso sanitário entope o encanamento da casa, além de causar poluição da água. Um litro de óleo é o suficiente para contaminar até um milhão de litros de água.
Dez mil e quatrocentas residências já estão cadastradas e, em quatro meses, quatro mil litros de óleo não foram para o lixo. As donas-de-casa aprenderam a lição e, agora, o líquido é recolhido e reciclado.
O óleo de cozinha volta para casa e vai direto para o banheiro, como sabonete. A produção é realizada numa casa. O processo é simples. O óleo vegetal é misturado ao de babaçu e ganha também amido, açúcar, corante e duas essências: de ervas ou de flores. Embalado, o sabonete é vendido de casa em casa a R$1,00.
Segundo Eduardo Maki, coordenador da ONG Ação Triângulo, a missão do instituto é incorporar no cotidiano das pessoas a preservação do ambiente urbano, a necessidade da inclusão social e o consumo consciente.
Esse tipo de atitude merece todo destaque na mídia. Ao mesmo tempo em que o meio ambiente é privado de mais uma agressão, empregos são gerados. Para saber mais sobre o projeto e também participar acesse: www.triangulo.org.br.
Fonte:
SPTV - Rede Globo
13/11/04
Escrito por Micheli às 08h29
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
A sedução das plantas
99% da biomassa do planeta é composta de vegetais, segundo o pesquisador Tony Trewavas, da Universidade de Edimburgo, Escócia. As plantas são maioria expressa perante a raça humana. E alguns cientistas como Trewavas estão começando a acreditar que elas têm um tipo de inteligência capaz de saciar nossos desejos, a fim de perpetuar sua espécie. Seria meio que uma troca: o homem manipula a natureza e, ao mesmo tempo, é manipulado por ela. Você já se imaginou batendo um papo com seu arroz-feijão pra ver se consegue deixá-lo mais saboroso?
Claro que a realidade é um pouco diferente. Mas para o jornalista ambiental Michael Pollan, autor do livro "A Botânica do Desejo", seres como a batata, a maconha, a tulipa e a maçã são capazes de perceber nossos desejos e se desenvolver a partir deles. Observando a evolução desses seres, ele acredita que são casos brilhantes de marketing evolucionário. As flores são um exemplo desse processo evolutivo. Tratam-se não apenas de "rostinhos bonitos", mas se aproveitaram dessa beleza para garantir que os animais carregassem suas sementes e espalhassem as plantas por onde passassem.
Em seu livro, ainda não publicado no Brasil, o jornalista explica com detalhe a sua teoria. Recebeu muitas críticas, como todos os teóricos que se arriscam nesse campo. Tentar provar a existência de seres inteligentes além do homem é mexer com seu ego. Mas talvez algum dia o homem tenha consciência que não é o único ser racional no mundo. Se é que se pode chamá-lo de racional.
Fonte: Super Interessante – edição 206 – 11/2004
Escrito por Camila às 07h37
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Falta de Privacidade
Imagine, você está em seu quarto descansando em baixo do cobertor, digamos, bem à vontade, fazendo coisas que só faz quando está sozinho como se coçar, cutucar o nariz (obs.: eu não faço isso, e só um exemplo), entre outras. Até que então você percebe que tem alguém observando, isso é no mínimo inconveniente e pode ter conseqüências desastrosas para o observado, que pode se sentir inseguro fazendo com que mude o seu comportamento, e conseqüentemente seu metabolismo.
É claro, creio eu, que situações constrangedoras como essa não acontecem freqüentemente com nós humanos, mas com os animais é bem diferente. Sempre tem aquele cara mais curioso que adora observar os momentos mais íntimos dos animais, e por a câmera onde não deve. Por exemplo, ao se aproximar muito dos ursos antes do período de hibernação, faz com que o animal fique alerta e isso aumenta seu metabolismo, assim parte da energia que seria para o longo período de hibernação é gasta.
Os bisbilhoteiros também prejudicam os golfinhos. Pesquisadores estudaram esses animais na Nova Zelândia e na Escócia, e descobriram que quando três ou mais barcos estão nas proximidades de seu habitat o tempo de descanso dos animais cai cerca de 30%.
Bem, se apenas o fato de invadir o território desses animais já provoca diversos distúrbios, o que acontece então com os animais que ficam enjaulados nos zoológicos, presos sem poder seguir seus instintos? Boa coisa é que não é. Eles têm reações bem parecidas com a dos humanos que são presos, sofrem de depressão, alta agressividade, e o que é pior sem ter motivo para estar preso.
Antes ser observado livre do que preso, mas se deve ser muito cauteloso na hora de observar os animais, e ter bom senso de não se aproximar muito deles principalmente em momentos como o do acasalamento, quando estão caçando ou dormindo. Ou vocês gostariam de encontrar com um urso enquanto estivessem tomando banho?
Fonte :
Veja 17 de novembro de 2004 pág. 118
Escrito por Miotto às 21h38
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
 |
| [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |

| Perfil
dos Militantes:
Camila, Miotto e Micheli,
18 anos, estudantes de Jornalismo da Universidade Metodista, amantes do
verde, militantes pelo verde.
|

|
 |